segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Impacto da tecnologia na sociedade
Lá vai o tempo em que as pessoas puxavam pelo cabedal para conseguirem ter o que pretendiam. Trabalhar ao sol para ter que comer. Esperar dias e dias para poder dizer algo a alguém que vivia na freguesia do lado. Usar velinhas para ver de noite. Fazer fogueiras para se aquecerem no Inverno... Hoje em dia, a tecnologia faz quase tudo isso por nós. Queremos dizer algo a alguém do outro lado do mundo? Podemos fazê-lo em poucos segundos. Está escuro? Pressiono um botão e resolveu-se o problema. Está frio? Carrego num botão e em pouco tempo fico quente e confortável.
No entanto, em tudo isto, falta algo... Algo que deixou de existir a partir do momento em que temos tudo facilitado. Deixou-se de dar valor a coisas que realmente importam. Já ninguém dá o valor devido a algo básico como a água, pura e simplesmente porque ela nos vem ter a casa sem que façamos qualquer esforço. O único valor que lhe é atribuído é o preço que vem na factura. Apenas quem já sentiu na pele o que é ficar sem água, com cede, desidratado... é que sabe dar realmente valor a este bem precioso
Para além disso, falta algo que se tem perdido de dia para dia, a olhos vistos e que faz falta a todo e qualquer ser humano: contacto directo, comunicação olhos nos olhos, contacto físico, calor humano. Tudo isto se tem perdido com a supremacia e hegemonia da tecnologia. Facebook, Tweeter, Skype, telemóveis, entre outros, permitem-nos uma forma de comunicação mais simples e rápida mas que nos privam de algo muito importante num processo de comunicação: o contacto visual. Sem contacto visual é mais complicado compreender o que realmente nos dizem. Por vezes nem precisamos de palavras para comunicar, muitas vezes um olhar basta.
Vivemos numa civilização mecanizada e que espera que as máquinas façam o trabalho por elas, mas no fundo, não podemos evitá-lo. Eu próprio estou a fazer esta crítica e, no entanto, estou a comunicar convosco através da Internet. É algo que já está de tal forma incutido na sociedade, que se torna praticamente impossível de evitar. Já é algo instintivo; procuramos sempre o caminho mais fácil e rápido para chegar aos objectivos.
A própria economia está absolutamente dependente da tecnologia para a sua subsistência. Praticamente todos os produtos que compramos foram feitos através de processos mecânicos, bem como a maioria das comunicações, viagens e até compras. Tudo isto vai dar origem a uma perda de valores na sociedade...
Apesar de ser complicado, é preciso valorizar o que realmente importa: as capacidades humanas. É certo que as máquinas foram feitas pelo ser humano, mas não há nada como serem as pessoas, com o seu esforço e dedicação, a produzir algo com valor.
O ser humano é um mundo cheio de potencialidades que não estão a ser aproveitadas.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Caridade de Beckham
Como é sabido, David Beckham foi contratado pelo PSG, com um salário de perto de 30 milhões de €uros anuais, dos quais decidiu abdicar na sua totalidade e doar para solidariedade. Até aqui, nenhuma novidade, mas entretanto a justiça francesa entrevem e diz que este Senhor não pode doar todo o seu salário e tem que ficar com 2200 €uros para si. Ora, a lei podia fechar os olhos a esta situação, visto estarmos a falar de caridade e de uma excelente acção, executada por um verdadeiro Senhor, mas também existe a orgulhosa lei francesa da Igualdade a impedir que se deixe passar...
Que tipo de igualdade se está a impor, por impedir um homem que a própria igualdade se cumpra? Confuso? Eu explico: se uma pessoa está a tentar fazer a vida das pessoas melhor, está a tentar inserir essas pessoas na sociedade, de modo a que todas possam viver felizes, está a promover a igualdade para o máximo de pessoas possível. Em contrapartida, o próprio ideal de Igualdade está, a priori, a impedir que ele consiga cumprir o que a própria lei prevê... É um pau de dois bicos, muito complicado de resolver.
No fundo estamos a falar de 2200 mensais a menos que não vão para caridade, o que no fundo acaba por ser um grão de areia no deserto, mas não podemos ver dessa maneira, pois dá para alimentar várias famílias todos os meses, pôr um sorriso na cara de várias crianças cujos pais não têm dinheiro para comprar brinquedos, pôr comida na boca de muitos sem-abrigo, ou mesmo tirá-los dessa condição... A lei está a ser seguida cegamente e sem pensar no bem da sociedade que, nestes tempos difíceis, precisa tanto de pessoas assim. Beckham recebe muitos milhões todos os anos em publicidades, patrocínios e sabe-se lá mais o quê... A sua mulher, a mesma coisa... Não precisam do salário do PSG para nada, porque não deixá-lo dar o dinheiro a quem realmente precisa? O que ganha o governo francês com esta atitude? No fundo são perguntas sem resposta aparente.
No fundo, temos uma pessoa que deve ser valorizada pelas suas acções. Existem muitas pessoas no mundo que também são milionárias e não doam o um chavo a ninguém sem ter algo em troca, muitas vezes com pessoas a pedir esmolas à porta da empresa da qual são donas. Pessoas como o banqueiro do BPI, que menospreza e desrespeita os sem-abrigo. Pessoas como o "nosso" Primeiro-Ministro, que manda os jovens emigrar...
Existem pessoas que têm posses para dar e não dão porque não querem, porque são agarradas ao dinheiro e que ainda gozam com quem pouco ou nada tem, e quando aparece uma alma caridosa a querer ajudar os que estão em dificuldades, é-lhe negado esse dever e, em alguns casos, esse dever moral.
Quem tem, pode e deve doar, quem não tem, deve ser humilde em receber, por vezes um sorriso basta para agradecer.
Cumprimentos
Que tipo de igualdade se está a impor, por impedir um homem que a própria igualdade se cumpra? Confuso? Eu explico: se uma pessoa está a tentar fazer a vida das pessoas melhor, está a tentar inserir essas pessoas na sociedade, de modo a que todas possam viver felizes, está a promover a igualdade para o máximo de pessoas possível. Em contrapartida, o próprio ideal de Igualdade está, a priori, a impedir que ele consiga cumprir o que a própria lei prevê... É um pau de dois bicos, muito complicado de resolver.
No fundo estamos a falar de 2200 mensais a menos que não vão para caridade, o que no fundo acaba por ser um grão de areia no deserto, mas não podemos ver dessa maneira, pois dá para alimentar várias famílias todos os meses, pôr um sorriso na cara de várias crianças cujos pais não têm dinheiro para comprar brinquedos, pôr comida na boca de muitos sem-abrigo, ou mesmo tirá-los dessa condição... A lei está a ser seguida cegamente e sem pensar no bem da sociedade que, nestes tempos difíceis, precisa tanto de pessoas assim. Beckham recebe muitos milhões todos os anos em publicidades, patrocínios e sabe-se lá mais o quê... A sua mulher, a mesma coisa... Não precisam do salário do PSG para nada, porque não deixá-lo dar o dinheiro a quem realmente precisa? O que ganha o governo francês com esta atitude? No fundo são perguntas sem resposta aparente.
No fundo, temos uma pessoa que deve ser valorizada pelas suas acções. Existem muitas pessoas no mundo que também são milionárias e não doam o um chavo a ninguém sem ter algo em troca, muitas vezes com pessoas a pedir esmolas à porta da empresa da qual são donas. Pessoas como o banqueiro do BPI, que menospreza e desrespeita os sem-abrigo. Pessoas como o "nosso" Primeiro-Ministro, que manda os jovens emigrar...
Existem pessoas que têm posses para dar e não dão porque não querem, porque são agarradas ao dinheiro e que ainda gozam com quem pouco ou nada tem, e quando aparece uma alma caridosa a querer ajudar os que estão em dificuldades, é-lhe negado esse dever e, em alguns casos, esse dever moral.
Quem tem, pode e deve doar, quem não tem, deve ser humilde em receber, por vezes um sorriso basta para agradecer.
Cumprimentos
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Reality Shows, entretenimento ou degredo?
Big Brother, Casa dos Segredos e outros pelo meio foram os chamados "Reality Shows" (como se não existissem palavras portuguesas que servissem) por, supostamente, retratarem a realidade do que acontece quando se junta um grupo pessoas desconhecidas entre si na mesma casa durante um período de tempo.
Existe um problema grave neste conceito: as pessoas são escolhidas a dedo, não porque são as mais adequadas para retratar um normal ser humano em Portugal, mas sim a pessoa mais "bonita" fisicamente e menos inteligente, basta ver um punhado de citações retiradas desses programas por parte dos concorrentes. Quem tiver o melhor equilíbrio destes 2 factores, é seleccionado a entrar. A parte física é importante ao ponto de, indirectamente, colocarem pessoas sexualmente muito sugestivas (digamos assim...), para que haja atracção entre os concorrentes e os leve a romances, que por sua vez levam a cenas de ciumes, que dão origem a conflitos, etc... E são estes episódios de "escândalo" que acabam por trazer audiências, que, no fundo, são o objectivo final destes programas...
Mas nada disto transmite qualquer tipo de conhecimento, informação, cultura... Se quisermos tirar algo de positivo destes programas, podemos afirmar que estes nos permite ver o tipo de pessoas que existe na nossa sociedade: pessoas incultas, superficialistas, fachadas daquilo que não são, e que não se importam de ser assim: um verdadeiro degredo do que é o nosso país. Os concorrentes destes programas são meras representações de tudo o que de mau e ridículo que a nossa sociedade tem e toda essa palhaçada transformou-se, de algum modo, em entretenimento para a população.
Há algo a reter que é muito importante a quem transmite estes programas: é um canal de televisão que, no seu todo, visa, única e exclusivamente, ter audiências e, desse modo, ganhar dinheiro a transmitir seja lá o que for. Já não são transmitidos programas que ensinem, realmente, algo de útil à sociedade. Até as notícias são manipuladas para causar sensacionalismo e ganhar audiências! São violados os códigos de ética jornalísticos que já levaram ao afastamento de jornalistas como Manuela Moura Guedes. Os "Reality Shows" não são mais do que programas sensacionalistas que visam fazer dinheiro, ignorando a cultura das pessoas, passando apenas "entretenimento" ofensivo, sexista, criador de conflitos e violento. O problema é que este canal transmite apenas o que as pessoas querem ver. E o que as pessoas querem ver são telenovelas, que nada ensinam, apenas mantém pessoas coladas aos ecrãs para ver o que acontece a seguir, numa história completamente ficcional; "Reality Shows" e jornalismo sensacionalista, que em vez de relatar realidades importantes, retrata cenas espalhafatosas, violentas, pouco importantes e pouco úteis com o simples objectivo de ganhar fama, audiências e dinheiro. É o capitalismo selvagem a ser emanado pelas nossas televisões com o objectivo de nos viciar, manipular e converter a determinadas ideologias. Não dá às pessoas aquilo que elas precisam, mas sim o que elas querem...
E nem sempre as pessoas sabem o que querem.
Existe um problema grave neste conceito: as pessoas são escolhidas a dedo, não porque são as mais adequadas para retratar um normal ser humano em Portugal, mas sim a pessoa mais "bonita" fisicamente e menos inteligente, basta ver um punhado de citações retiradas desses programas por parte dos concorrentes. Quem tiver o melhor equilíbrio destes 2 factores, é seleccionado a entrar. A parte física é importante ao ponto de, indirectamente, colocarem pessoas sexualmente muito sugestivas (digamos assim...), para que haja atracção entre os concorrentes e os leve a romances, que por sua vez levam a cenas de ciumes, que dão origem a conflitos, etc... E são estes episódios de "escândalo" que acabam por trazer audiências, que, no fundo, são o objectivo final destes programas...
Mas nada disto transmite qualquer tipo de conhecimento, informação, cultura... Se quisermos tirar algo de positivo destes programas, podemos afirmar que estes nos permite ver o tipo de pessoas que existe na nossa sociedade: pessoas incultas, superficialistas, fachadas daquilo que não são, e que não se importam de ser assim: um verdadeiro degredo do que é o nosso país. Os concorrentes destes programas são meras representações de tudo o que de mau e ridículo que a nossa sociedade tem e toda essa palhaçada transformou-se, de algum modo, em entretenimento para a população.
Há algo a reter que é muito importante a quem transmite estes programas: é um canal de televisão que, no seu todo, visa, única e exclusivamente, ter audiências e, desse modo, ganhar dinheiro a transmitir seja lá o que for. Já não são transmitidos programas que ensinem, realmente, algo de útil à sociedade. Até as notícias são manipuladas para causar sensacionalismo e ganhar audiências! São violados os códigos de ética jornalísticos que já levaram ao afastamento de jornalistas como Manuela Moura Guedes. Os "Reality Shows" não são mais do que programas sensacionalistas que visam fazer dinheiro, ignorando a cultura das pessoas, passando apenas "entretenimento" ofensivo, sexista, criador de conflitos e violento. O problema é que este canal transmite apenas o que as pessoas querem ver. E o que as pessoas querem ver são telenovelas, que nada ensinam, apenas mantém pessoas coladas aos ecrãs para ver o que acontece a seguir, numa história completamente ficcional; "Reality Shows" e jornalismo sensacionalista, que em vez de relatar realidades importantes, retrata cenas espalhafatosas, violentas, pouco importantes e pouco úteis com o simples objectivo de ganhar fama, audiências e dinheiro. É o capitalismo selvagem a ser emanado pelas nossas televisões com o objectivo de nos viciar, manipular e converter a determinadas ideologias. Não dá às pessoas aquilo que elas precisam, mas sim o que elas querem...
E nem sempre as pessoas sabem o que querem.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Televisão por subscrição. Sim ou não?
Empresas variadas fazem milhões simplesmente com a distribuição de televisão. Famílias investem todos os meses dezenas de €uros para poderem ver televisão com qualidade de imagem e com variedade de conteúdos. Empresas como a ZON, a MEO, Cabovisão, entre outros.
Neste momento temos 10,9% da população activa, cerca de 600.000 pessoas a receber o salário mínimo de 485€ mensais (posteriormente sujeitos a descontos) e cerca de 15 da população está desempregada.
Com menos dinheiro, as pessoas precisam de fazer opções, definir prioridades e escolher o que é mais importante. Desta forma vemos o consumo de produtos supérfluos a cair bastante para que se possa pagar alimentação, água, electricidade, os estudos dos filhos... basicamente todas as contas e encargos fiscais que têm que ser pagos, e já estes últimos são cada vez mais alvo de tentativa de fuga, tal é o desespero. Depois temos outro encargo que temos que pagar com o pouco que nos sobra: a televisão...
Mas porque é que eu digo que é um encargo que "temos" que pagar? Simples, porque temos direito à informação de qualidade, à instrução que só a televisão nos pode oferecer, quer pelo meio de documentários, quer mesmo pelo meio de programas de entretenimento que nos levam a conhecer outras culturas, como as séries de origem estrangeira. Hoje em dia a televisão é uma arma muito importante para a informação da população, para saber o que se passa nos dias de hoje no país e no mundo. Mas como vamos nós ter direito a essa informação se temos que pagar para poder ver televisão, como o caso da TDT, em que pessoas, já de si com pouco dinheiro, tiveram que pagar dezenas, ou mesmo centenas de €uros para poder ter aparelhos e visualizar os 4 canais de sinal aberto na sua residência? E os que não tiveram que o pagar, têm, todos os meses, que pagar umas dezenas para poderem ver televisão? Será justo que tenhamos que pagar para ter algo que é nosso por direito, como a informação?
Basicamente, quanto mais pobre menos instruído se fica. Quanto mais pobre, menos propinas se pode pagar para mandar os filhos para a escola, menos se pode pagar para ter uma informação de qualidade pela televisão, logo menos informação se recebe dentro de casa.
Quanto menos informadas as pessoas andam, menos sabem o que se passa na nossa assembleia. Quando chega a altura das eleições dá na desgraça que estamos a viver neste momento. Apenas se conseguem manter informados aqueles que têm dinheiro, e esses querem ainda mais dinheiro, pelo que vão para o lado que enriquece os ricos, apesar de que para isso se empobreça os pobres, mas a ganância não que saber disso.
Televisão paga? Claro, porque não? Há que fazer dinheiro! Mas isso nunca deve barrar o acesso à cultura e à informação. Que tal criar algumas isenções a quem tem dificuldades financeiras?
Enfim, enquanto o dinheiro e a ganância falarem mais alto, vai ficar tudo na mesma. Nada mudará enquanto as mentalidades não mudarem...
Cumprimentos
Neste momento temos 10,9% da população activa, cerca de 600.000 pessoas a receber o salário mínimo de 485€ mensais (posteriormente sujeitos a descontos) e cerca de 15 da população está desempregada.
Com menos dinheiro, as pessoas precisam de fazer opções, definir prioridades e escolher o que é mais importante. Desta forma vemos o consumo de produtos supérfluos a cair bastante para que se possa pagar alimentação, água, electricidade, os estudos dos filhos... basicamente todas as contas e encargos fiscais que têm que ser pagos, e já estes últimos são cada vez mais alvo de tentativa de fuga, tal é o desespero. Depois temos outro encargo que temos que pagar com o pouco que nos sobra: a televisão...
Mas porque é que eu digo que é um encargo que "temos" que pagar? Simples, porque temos direito à informação de qualidade, à instrução que só a televisão nos pode oferecer, quer pelo meio de documentários, quer mesmo pelo meio de programas de entretenimento que nos levam a conhecer outras culturas, como as séries de origem estrangeira. Hoje em dia a televisão é uma arma muito importante para a informação da população, para saber o que se passa nos dias de hoje no país e no mundo. Mas como vamos nós ter direito a essa informação se temos que pagar para poder ver televisão, como o caso da TDT, em que pessoas, já de si com pouco dinheiro, tiveram que pagar dezenas, ou mesmo centenas de €uros para poder ter aparelhos e visualizar os 4 canais de sinal aberto na sua residência? E os que não tiveram que o pagar, têm, todos os meses, que pagar umas dezenas para poderem ver televisão? Será justo que tenhamos que pagar para ter algo que é nosso por direito, como a informação?
Basicamente, quanto mais pobre menos instruído se fica. Quanto mais pobre, menos propinas se pode pagar para mandar os filhos para a escola, menos se pode pagar para ter uma informação de qualidade pela televisão, logo menos informação se recebe dentro de casa.
Quanto menos informadas as pessoas andam, menos sabem o que se passa na nossa assembleia. Quando chega a altura das eleições dá na desgraça que estamos a viver neste momento. Apenas se conseguem manter informados aqueles que têm dinheiro, e esses querem ainda mais dinheiro, pelo que vão para o lado que enriquece os ricos, apesar de que para isso se empobreça os pobres, mas a ganância não que saber disso.
Televisão paga? Claro, porque não? Há que fazer dinheiro! Mas isso nunca deve barrar o acesso à cultura e à informação. Que tal criar algumas isenções a quem tem dificuldades financeiras?
Enfim, enquanto o dinheiro e a ganância falarem mais alto, vai ficar tudo na mesma. Nada mudará enquanto as mentalidades não mudarem...
Cumprimentos
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Composição português 12º ano
Desta vez o tema pedido era a procura da popularidade no mundo actual. Espero estar bom. :D
A popularidade pode ser um modo de atingir um certo objectivo. O dinheiro é um dos mais cobiçados, mas também há o desejo de bens sem a necessidade de muito esforço, sexo fácil e grátis, ter roupa, calçado, acessórios gratuitos através de patrocínios, respeito, autoridade, protecção, entre outro.
Uma das formas mais conhecidas para se ser popular é a televisão, através de, por exemplo, programas como o Big Brother. Este é um programa onde a fama é obtida sem esforço, em que os concorrentes apenas são eles próprios e o público assiste, qual jardim zoológico. Após o término de um programa deste estilo os ex-concorrentes têm acesso fácil a contactos úteis, trabalho no ramo da publicidade, vendendo apenas a sua famosa imagem.
Mas nem tudo é assim tão simples ou inocente. A popularidade pode ser um modo de ingressar em grupos como, por exemplo, os gangs. Existem vários tipos de gangs, sobretudo nos Estados Unidos, em que alguns dos requisitos para entrar são: o facto de já ter estado na prisão, consumir drogas, violar ou mesmo matar. Este tipo de requisitos pode tornar o gang mais temido pelos rivais e essa popularidade leva o grupo a conseguir o que quer mais facilmente, sem grande esforço.
Assim, conclui-se que há várias formas de popularidade, mas todas elas nos levam ao mesmo objectivo: conseguir alcançar o que se deseja com esforço mínimo.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Composição português 12º ano
Um pouco à parte do que tenho escrito vou partilhar agora um texto de um teste de português feito no dia 27/2/2012, após muito tempo de ausência. o tema era relacionado com a importância da cor na nossa sociedade. Esta composição foi alvo de elogios pela professora que, posteriormente, me pediu que lhe enviasse uma cópia da mesma. (De momento não tenho o enunciado, pelo que não o posso partilhar na íntegra. Correcção a ser feita em breve)
A cor sempre teve grande importância na sociedade. É usada para embelezar obras de arte ou pode ser simplesmente apreciada na Natureza: num pôr-do-sol, num arco-íris ou numa floresta verdejante.
O ser humano sempre deu extrema importância à cor desde os primórdios da sua existência . As pinturas rupestres são exemplo da sua utilização. Desde então, a cor sempre teve imensa importância ao longo da história, passando pelas mais variadas formas de arte e até mesmo no embelezamento da própria pessoa, com roupas coloridas e maquilhagem.
Falando apenas nos tempos modernos, a cor é muito usada na publicidade. Usam-se cores com uma tonalidade pouco forte (por vezes apenas o preto e o branco) para mostras o que é mau e depois, cores muito vivas a mostrarem o que é bom: o produto que se pretende vender. Ora, isto tem efeito nas pessoas; ao ver algo com pouca cor, normalmente, não é associado algo de bom. O contrário acontece com cores mais fortes e mais vivas. Este jogo de cores no anúncios publicitários faz-nos querer o produto, aumentando a probabilidade de o comprarmos.
Com isto conclui-se que a cor é, e sempre foi, de elevada importância na nossa sociedade, desde a pré-história até à actualidade, tanto cultural como artisticamente.
cumprimentos e até breve. :)
A cor sempre teve grande importância na sociedade. É usada para embelezar obras de arte ou pode ser simplesmente apreciada na Natureza: num pôr-do-sol, num arco-íris ou numa floresta verdejante.
O ser humano sempre deu extrema importância à cor desde os primórdios da sua existência . As pinturas rupestres são exemplo da sua utilização. Desde então, a cor sempre teve imensa importância ao longo da história, passando pelas mais variadas formas de arte e até mesmo no embelezamento da própria pessoa, com roupas coloridas e maquilhagem.
Falando apenas nos tempos modernos, a cor é muito usada na publicidade. Usam-se cores com uma tonalidade pouco forte (por vezes apenas o preto e o branco) para mostras o que é mau e depois, cores muito vivas a mostrarem o que é bom: o produto que se pretende vender. Ora, isto tem efeito nas pessoas; ao ver algo com pouca cor, normalmente, não é associado algo de bom. O contrário acontece com cores mais fortes e mais vivas. Este jogo de cores no anúncios publicitários faz-nos querer o produto, aumentando a probabilidade de o comprarmos.
Com isto conclui-se que a cor é, e sempre foi, de elevada importância na nossa sociedade, desde a pré-história até à actualidade, tanto cultural como artisticamente.
cumprimentos e até breve. :)
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Manifestações pelo mundo. Úteis??
Já lá vai algum tempo desde a minha última actualização deste blog, mas tenho tido coisas que me entretêm mais que escrever. Lol.
Nestes últimos dias temos visto, pelo mundo inteiro, manifestações onde centenas de milhões de pessoas se manifestam contra as políticas de austeridade e o facto de a banca dominar tudo e mais alguma coisa. O que é facto é que as pessoas só têm o que merecem, sobretudo na União Europeia... Em Portugal, a máfia está instalada na nossa economia. Dívidas que temos que pagar hoje que já vêm do Sócrates, que por sua vez tinha uma dívida que vinha do Barroso que por sua vez tinha uma dívida que vinha do Guterres que por sua vez tinha dívida que vinha do Cavaco, isto até ao PREC onde os comunistas dominaram...
É assim tão difícil de compreender que são as pessoas que fazem questão de ter esta máfia dos 5 organizada no poder?
Estes foram os resultados nas últimas eleições, e não quero que olhem para a parte dos partidos, mas sim lá para baixo, para os Votantes...
http://www.legislativas2011.mj.pt/legislativas2011/
Nestes últimos dias temos visto, pelo mundo inteiro, manifestações onde centenas de milhões de pessoas se manifestam contra as políticas de austeridade e o facto de a banca dominar tudo e mais alguma coisa. O que é facto é que as pessoas só têm o que merecem, sobretudo na União Europeia... Em Portugal, a máfia está instalada na nossa economia. Dívidas que temos que pagar hoje que já vêm do Sócrates, que por sua vez tinha uma dívida que vinha do Barroso que por sua vez tinha uma dívida que vinha do Guterres que por sua vez tinha dívida que vinha do Cavaco, isto até ao PREC onde os comunistas dominaram...
É assim tão difícil de compreender que são as pessoas que fazem questão de ter esta máfia dos 5 organizada no poder?
Estes foram os resultados nas últimas eleições, e não quero que olhem para a parte dos partidos, mas sim lá para baixo, para os Votantes...
http://www.legislativas2011.mj.pt/legislativas2011/
Ora tivemos um total de 58.07% de votantes, ou seja, 41.93% de não votantes. se quase 42% da população portuguesa que pode votar não o faz, com que direito há gente a criticar seja lá quem for?? Aposto que a grande maioria que esteve na manifestação dos indignados nem sequer se deu ao trabalho de pôr uma cruzinha (ou não pôr cruzinha) e meter o papel na urna... Estas pessoas não têm direito a refilar por motivo nenhum?
Eu só me manifesto contra alguma coisa quando a população portuguesa votar em força para meter no poleiro quem realmente merece e quem realmente pode fazer algo por este grande país.
Gostava de ver uma manifestação mas era para criar uma lei que OBRIGASSE as pessoas a votar. O voto é um dever que não está a ser cumprido, portanto tem que haver ordem nisto. Ou votas, ou pagas multa, e não é barata... Outra coisa era tempo de antena IGUAL para todos os partidos/candidatos que estivessem a concorrer. Isto tanto nas rádios, como nos jornais, na televisão etc... Mas em vês de o incumprimento dessa norma ser pago em multa era com pena judicial para quem o permitiu dentro do órgão de comunicação social... Querem democracia e igualdade? Esta é uma maneira de a ter. Se repararem, a diferença entre o partido que ficou em 5º lugar nas eleições e o que ficou em 6º é abismal. Isto porque estes "outros" partidos não têm direito à igualdade.
(reparei agora que me estou a repetir de outros tópicos. mas é sempre a mesma coisa...)
Quando votarem têm direito a abrir a boca, até lá não vale a pena manifestarem-se... Eles riem-se na vossa cara...
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