sábado, 16 de março de 2013

Greves, cartazes e gritaria

   Têm ocorrido imensas manifestações nos últimos tempos contra as medidas que o governo tem posto em prática e contra a "Troika" e o que ela tem feito. A população junta-se aos milhares em todo o país, gritam palavras de ordem, mostram cartazes e fazem greves. Qual o resultado de tudo isso? Pouco ou nada acontece...
   O que é facto é que a população portuguesa gosta muito de pôr defeitos em tudo e todos mas na hora de agir quando realmente dá resultado, não aparece para dizer o que realmente quer... Ora, não é preciso der engenheiro de foguetões para saber do que estou a falar: eleições.
   As eleições são o único modo que o povo verdadeiramente tem para se manifestar com resultados no fim... Não é a gritar nem a exibir faixas que os políticos vão dizer: "- Sim senhor, aquele indivíduo que está ali a berrar tem, de facto, razão. Não o conheço nem sei sequer a formação que ele tem para estar a discutir economia e gestão financeira, mas tem toda a razão e eu confio plenamente no que ele diz, apesar de também não saber os números com que o governo está. Vamos fazer o que ele diz..."
   Quem quer agir, deve, simplesmente, dirigir-se ás urnas nas próximas legislativas e votar em alguém que vá, realmente, fazer algo pelo país. É extremamente grave que as eleições em Portugal andem com 41.93% de abstenção. Ainda para mais, as pessoas não votam e depois ainda se vão manifestar para as ruas... Que legitimidade têm dezenas, ou mesmo, centenas de milhares de pessoas para estarem na rua a criticar o governo que elas nem sequer tentaram não colocar lá? E as pessoas que realmente votaram neles e estão, também elas, a manifestar-se? Na minha opinião, nenhum desses grupos de pessoas tem legitimidade para tal. Se retirássemos a todos os manifestantes aqueles que votaram PSD e os que nem sequer de deram ao trabalho de votar das manifestações, ficaríamos praticamente sem ninguém nas ruas...
   Mas toda esta abstenção acaba por ser relativamente compreensível. Em todas as eleições existem campanhas eleitorais em que todos os partidos envolvidos fazem a sua propaganda. Durante as eleições legislativas, particularmente, existe uma enorme diferença de tratamento por parte da comunicação social, em que os 5 partidos que já têm acento parlamentar são exaustivamente acompanhados e noticiados horas e horas por dia, enquanto que os "pequenos" partidos raramente aparecem. Os debates 1 vs 1 são sempre feitos apenas com esses 5 partidos e os outros são postos todos ao molho num debate às tantas da noite em que os concorrentes apenas têm escassos minutos para poderem falar. E isto é simples de verificar, a partir do momento em que, nas últimas eleições legislativas, o 5º partido mais votado (BE) e o teve 5.17% dos votos e dos 12 partidos restantes, apenas 2 tiveram mais que 1% dos votos. É uma discrepância enorme de números! Isto é simples manipulação de resultados... Apenas alguns acabam por ter hipótese de ganhar as eleições!
   A única solução que acabamos por ter é termos que ser nós com as nossas próprias mãos a procurar e explorar qual a melhor alternativa para nos governar. Sermos nós a informar-mo-nos sobre cada partido (ideais, objectivos, prioridades, modo de gestão...) e manifestar sobre o que queremos do nosso país no futuro. Se a informação não chega a nós, temos que ser nós a procurá-la... Como diz o ditado: Se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé...
   Manifestar-nos nas ruas quando o mal já está feito é inútil!

Quando votarem, têm direito a abrir a boca... Até lá as manifestações são inúteis. O governo olha para nós e ri-se...

domingo, 3 de março de 2013

Fraude do cavalo

 Tem-se falado muito nas últimas semanas do aparecimento de carne de cavalo onde deveria estar carne de vaca em produtos constituídos de carne processada como lasanhas, hambúrgueres ou almôndegas. Qual é o real problema disso para nós? A carne de cavalo é perfeitamente comestível e até é mais difícil de encontrar, o que a torna algo cara e exótica! O problema é grande, grave e perigoso...
   Segundo a ASAE não existe "perigo para a saúde pública" mas isto é apenas referente a este problema da carne de cavalo. Parece-me que tudo isto não passa da ponta do icebergue, porque se pensarmos bem, isto tem proporções enormes... Citando António Nunes, Inspector-Geral da ASAE, 13 de 134 amostras recolhidas deram resultados positivos à presença de carne de cavalo em carne processada, o que, na minha opinião, é demasiado e, se toda esta quantidade consegue passar pelas nossas autoridades de higiene e segurança alimentar, o que é que andará por aí nos nossos pratos sem que nós saibamos? A partir de agora, quem nos garante que a famosa história das minhocas no McDonald's não são verdadeiras? Na minha opinião, o perigo de andarmos a comer coisas potencialmente nocivas à saúde é grande. Mas a minha opinião vale o que vale...
   Outro dos problemas também muito falado que os tachos.... quer dizer, os senhores da União Europeia estão a discutir é o da rotulagem. Aparentemente a grande crise que isto está a causar não é o facto de as autoridades de segurança alimentar não terem detectado a existência de carne de cavalo onde ela não deveria existir, mas sim o facto dessa existência não se encontrar descrita no rótulo... Isto é a burocracia levada ao extremo... É mais importante o que de diz um papel que se encontra colado à embalagem do que o conteúdo dela propriamente dito...
   Se formos a fundo na questão da origem deste produtos, é bem possível que encontremos criadores ilegais de cavalos para abate e consumo, matadouros ilegais, fábricas de processamento de carne clandestinas, entre outros que são um verdadeiro perigo para a saúde pública, pelos vistos, mundial. O que torna este perigo mundial é o facto destes produtos viajarem além fronteiras e milhares, ou mesmo milhões, de pessoas os consumirem... Se existiu esta facilidade de burla e sabendo que quando se encontra uma brecha, os oportunistas tentam logo aproveitá-la, acho que o risco acabou de existirem produtos alimentares perigosos acabou de aumentar, a não ser que comece a existir um maior controlo alimentar na origem, e não na rotulagem, ou quando o produto já anda na boca de milhares de pessoas pela Europa fora.
   Quero apenas deixar uma nota positiva: visto que, apesar de ser carne de cavalo, estes produtos em concreto não constituem qualquer perigo para a saúde pública, o Ministro do Consumo francês decidiu que os alimentos retirados do mercado serão doados a instituições de solidariedade, que os distribuirá por quem mais necessita. Um acto nobre que deve ser realçado e congratulado.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Impacto da tecnologia na sociedade


   Lá vai o tempo em que as pessoas puxavam pelo cabedal para conseguirem ter o que pretendiam. Trabalhar ao sol para ter que comer. Esperar dias e dias para poder dizer algo a alguém que vivia na freguesia do lado. Usar velinhas para ver de noite. Fazer fogueiras para se aquecerem no Inverno... Hoje em  dia, a tecnologia faz quase tudo isso por nós. Queremos dizer algo a alguém do outro lado do mundo? Podemos fazê-lo em poucos segundos. Está escuro? Pressiono um botão e resolveu-se o problema. Está frio? Carrego num botão e em pouco tempo fico quente e confortável.
    No entanto, em tudo isto, falta algo... Algo que deixou de existir a partir do momento em que temos tudo facilitado. Deixou-se de dar valor a coisas que realmente importam. Já ninguém dá o valor devido a algo básico como a água, pura e simplesmente porque ela nos vem ter a casa sem que façamos qualquer esforço. O único valor que lhe é atribuído é o preço que vem na factura. Apenas quem já sentiu na pele o que é ficar sem água, com cede, desidratado... é que sabe dar realmente valor a este bem precioso
   Para além disso, falta algo que se tem perdido de dia para dia, a olhos vistos e que faz falta a todo e qualquer ser humano: contacto directo, comunicação olhos nos olhos, contacto físico, calor humano. Tudo isto se tem perdido com a supremacia e hegemonia da tecnologia. Facebook, Tweeter, Skype, telemóveis, entre outros, permitem-nos uma forma de comunicação mais simples e rápida mas que nos privam de algo muito importante num processo de comunicação: o contacto visual. Sem contacto visual é mais complicado compreender o que realmente nos dizem. Por vezes nem precisamos de palavras para comunicar, muitas vezes um olhar basta.
   Vivemos numa civilização mecanizada e que espera que as máquinas façam o trabalho por elas, mas no fundo, não podemos evitá-lo. Eu próprio estou a fazer esta crítica e, no entanto, estou a comunicar convosco através da Internet. É algo que já está de tal forma incutido na sociedade, que se torna praticamente impossível de evitar. Já é algo instintivo; procuramos sempre o caminho mais fácil e rápido para chegar aos objectivos.
   A própria economia está absolutamente dependente da tecnologia para a sua subsistência. Praticamente todos os produtos que compramos foram feitos através de processos mecânicos, bem como a maioria das comunicações, viagens e até compras. Tudo isto vai dar origem a uma perda de valores na sociedade...
   Apesar de ser complicado, é preciso valorizar o que realmente importa: as capacidades humanas. É certo que as máquinas foram feitas pelo ser humano, mas não há nada como serem as pessoas, com o seu esforço e dedicação, a produzir algo com valor.
   O ser humano é um mundo cheio de potencialidades que não estão a ser aproveitadas.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Caridade de Beckham

   Como é sabido, David Beckham foi contratado pelo PSG, com um salário de perto de 30 milhões de €uros anuais, dos quais decidiu abdicar na sua totalidade e doar para solidariedade. Até aqui, nenhuma novidade, mas entretanto a justiça francesa entrevem e diz que este Senhor não pode doar todo o seu salário e tem que ficar com 2200 €uros para si. Ora, a lei podia fechar os olhos a esta situação, visto estarmos a falar de caridade e de uma excelente acção, executada por um verdadeiro Senhor, mas também existe a orgulhosa lei francesa da Igualdade a impedir que se deixe passar...
   Que tipo de igualdade se está a impor, por impedir um homem que a própria igualdade se cumpra? Confuso? Eu explico: se uma pessoa está a tentar fazer a vida das pessoas melhor, está a tentar inserir essas pessoas na sociedade, de modo a que todas possam viver felizes, está a promover a igualdade para o máximo de pessoas possível. Em contrapartida, o próprio ideal de Igualdade está, a priori, a impedir que ele consiga cumprir o que a própria lei prevê... É um pau de dois bicos, muito complicado de resolver.
   No fundo estamos a falar de 2200 mensais a menos que não vão para caridade, o que no fundo acaba por ser um grão de areia no deserto, mas não podemos ver dessa maneira, pois dá para alimentar várias famílias todos os meses, pôr um sorriso na cara de várias crianças cujos pais não têm dinheiro para comprar brinquedos, pôr comida na boca de muitos sem-abrigo, ou mesmo tirá-los dessa condição... A lei está a ser seguida cegamente e sem pensar no bem da sociedade que, nestes tempos difíceis, precisa tanto de pessoas assim. Beckham recebe muitos milhões todos os anos em publicidades, patrocínios e sabe-se lá mais o quê... A sua mulher, a mesma coisa... Não precisam do salário do PSG para nada, porque não deixá-lo dar o dinheiro a quem realmente precisa? O que ganha o governo francês com esta atitude? No fundo são perguntas sem resposta aparente.
   No fundo, temos uma pessoa que deve ser valorizada pelas suas acções. Existem muitas pessoas no mundo que também são milionárias e não doam o um chavo a ninguém sem ter algo em troca, muitas vezes com pessoas a pedir esmolas à porta da empresa da qual são donas. Pessoas como o banqueiro do BPI, que menospreza e desrespeita os sem-abrigo. Pessoas como o "nosso" Primeiro-Ministro, que manda os jovens emigrar...
   Existem pessoas que têm posses para dar e não dão porque não querem, porque são agarradas ao dinheiro e que ainda gozam com quem pouco ou nada tem, e quando aparece uma alma caridosa a querer ajudar os que estão em dificuldades, é-lhe negado esse dever e, em alguns casos, esse dever moral.
   Quem tem, pode e deve doar, quem não tem, deve ser humilde em receber, por vezes um sorriso basta para agradecer.

Cumprimentos

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Reality Shows, entretenimento ou degredo?

   Big Brother, Casa dos Segredos e outros pelo meio foram os chamados "Reality Shows" (como se não existissem palavras portuguesas que servissem) por, supostamente, retratarem a realidade do que acontece quando se junta um grupo pessoas desconhecidas entre si na mesma casa durante um período de tempo.
   Existe um problema grave neste conceito: as pessoas são escolhidas a dedo, não porque são as mais adequadas para retratar um normal ser humano em Portugal, mas sim a pessoa mais "bonita" fisicamente e menos inteligente, basta ver um punhado de citações retiradas desses programas por parte dos concorrentes. Quem tiver o melhor equilíbrio destes 2 factores, é seleccionado a entrar. A parte física é importante ao ponto de, indirectamente, colocarem pessoas sexualmente muito sugestivas (digamos assim...), para que haja atracção entre os concorrentes e os leve a romances, que por sua vez levam a cenas de ciumes, que dão origem a conflitos, etc... E são estes episódios de "escândalo" que acabam por trazer audiências, que, no fundo, são o objectivo final destes programas...
   Mas nada disto transmite qualquer tipo de conhecimento, informação, cultura... Se quisermos tirar algo de positivo destes programas, podemos afirmar que estes nos permite ver o tipo de pessoas que existe na nossa sociedade: pessoas incultas, superficialistas, fachadas daquilo que não são, e que não se importam de ser assim: um verdadeiro degredo do que é o nosso país. Os concorrentes destes programas são meras representações de tudo o que de mau e ridículo que a nossa sociedade tem e toda essa palhaçada transformou-se, de algum modo, em entretenimento para a população.
   Há algo a reter que é muito importante a quem transmite estes programas: é um canal de televisão que, no seu todo, visa, única e exclusivamente, ter audiências e, desse modo, ganhar dinheiro a transmitir seja lá o que for. Já não são transmitidos programas que ensinem, realmente, algo de útil à sociedade. Até as notícias são manipuladas para causar sensacionalismo e ganhar audiências! São violados os códigos de ética jornalísticos que já levaram ao afastamento de jornalistas como Manuela Moura Guedes. Os "Reality Shows" não são mais do que programas sensacionalistas que visam fazer dinheiro, ignorando a cultura das pessoas, passando apenas "entretenimento" ofensivo, sexista, criador de conflitos e violento. O problema é que este canal transmite apenas o que as pessoas querem ver. E o que as pessoas querem ver são telenovelas, que nada ensinam, apenas mantém pessoas coladas aos ecrãs para ver o que acontece a seguir, numa história completamente ficcional; "Reality Shows" e jornalismo sensacionalista, que em vez de relatar realidades importantes, retrata cenas espalhafatosas, violentas, pouco importantes e pouco úteis com o simples objectivo de ganhar fama, audiências e dinheiro. É o capitalismo selvagem a ser emanado pelas nossas televisões com o objectivo de nos viciar, manipular e converter a determinadas ideologias. Não dá às pessoas aquilo que elas precisam, mas sim o que elas querem... 
E nem sempre as pessoas sabem o que querem.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Televisão por subscrição. Sim ou não?

   Empresas variadas fazem milhões simplesmente com a distribuição de televisão. Famílias investem todos os meses dezenas de €uros  para poderem ver televisão com qualidade de imagem e com variedade de conteúdos. Empresas como a ZON, a MEO, Cabovisão, entre outros.
   Neste momento temos 10,9% da população activa, cerca de 600.000 pessoas a receber o salário mínimo de 485€ mensais (posteriormente sujeitos a descontos) e cerca de 15 da população está desempregada.
   Com menos dinheiro, as pessoas precisam de fazer opções, definir prioridades e escolher o que é mais importante. Desta forma vemos o consumo de produtos supérfluos a cair bastante para que se possa pagar alimentação, água, electricidade, os estudos dos filhos... basicamente todas as contas e  encargos fiscais que têm que ser pagos, e já estes últimos são cada vez mais alvo de tentativa de fuga, tal é o desespero. Depois temos outro encargo que temos que pagar com o pouco que nos sobra: a televisão...
   Mas porque é que eu digo que é um encargo que "temos" que pagar? Simples, porque temos direito à informação de qualidade, à instrução que só a televisão nos pode oferecer, quer pelo meio de documentários, quer mesmo pelo meio de programas de entretenimento que nos levam a conhecer outras culturas, como as séries de origem estrangeira. Hoje em dia a televisão é uma arma muito importante para a informação da população, para saber o que se passa nos dias de hoje no país e no mundo. Mas como vamos nós ter direito a essa informação se temos que pagar para poder ver televisão, como o caso da TDT, em que pessoas, já de si com pouco dinheiro, tiveram que pagar dezenas, ou mesmo centenas de €uros para poder ter aparelhos e visualizar os 4 canais de sinal aberto na sua residência? E os que não tiveram que o pagar, têm, todos os meses, que pagar umas dezenas para poderem ver televisão? Será justo que tenhamos que pagar para ter algo que é nosso por direito, como a informação?
   Basicamente, quanto mais pobre menos instruído se fica. Quanto mais pobre, menos propinas se pode pagar para mandar os filhos para a escola, menos se pode pagar para ter uma informação de qualidade pela televisão, logo menos informação se recebe dentro de casa.
   Quanto menos informadas as pessoas andam, menos sabem o que se passa na nossa assembleia. Quando chega a altura das eleições dá na desgraça que estamos a viver neste momento. Apenas se conseguem manter informados aqueles que têm dinheiro, e esses querem ainda mais dinheiro, pelo que vão para o lado que enriquece os ricos, apesar de que para isso se empobreça os pobres, mas a ganância não que saber disso.
  Televisão paga? Claro, porque não? Há que fazer dinheiro! Mas isso nunca deve barrar o acesso à cultura e à informação. Que tal criar algumas isenções a quem tem dificuldades financeiras?
   Enfim, enquanto o dinheiro e a ganância falarem mais alto, vai ficar tudo na mesma. Nada mudará enquanto as mentalidades não mudarem...

Cumprimentos

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Composição português 12º ano

Desta vez o tema pedido era a procura da popularidade no mundo actual. Espero estar bom. :D 



A popularidade pode ser um modo de atingir um certo objectivo. O dinheiro é um dos mais cobiçados, mas também há o desejo de bens sem a necessidade de muito esforço, sexo fácil e grátis, ter roupa, calçado, acessórios gratuitos através de patrocínios, respeito, autoridade, protecção, entre outro.
   Uma das formas mais conhecidas para se ser popular é a televisão, através de, por exemplo, programas como o Big Brother. Este é um programa onde a fama é obtida sem esforço, em que os concorrentes apenas são eles próprios e o público assiste, qual jardim zoológico. Após o término de um programa deste estilo os ex-concorrentes têm acesso fácil a contactos úteis, trabalho no ramo da publicidade, vendendo apenas a sua famosa imagem.
   Mas nem tudo é assim tão simples ou inocente. A popularidade pode ser um modo de ingressar em grupos como, por exemplo, os gangs. Existem vários tipos de gangs, sobretudo nos Estados Unidos, em que alguns dos requisitos para entrar são: o facto de já ter estado na prisão, consumir drogas, violar ou mesmo matar. Este tipo de requisitos pode tornar o gang mais temido pelos rivais e essa popularidade leva o grupo a conseguir o que quer mais facilmente, sem grande esforço.
   Assim, conclui-se que há várias formas de popularidade, mas todas elas nos levam ao mesmo objectivo: conseguir alcançar o que se deseja com esforço mínimo.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Composição português 12º ano

   Um pouco à parte do que tenho escrito vou partilhar agora um texto de um teste de português feito no dia 27/2/2012, após muito tempo de ausência. o tema era relacionado com a importância da cor  na nossa sociedade. Esta composição foi alvo de elogios pela professora que, posteriormente, me pediu que lhe enviasse uma cópia da mesma. (De momento não tenho o enunciado, pelo que não o posso partilhar na íntegra. Correcção a ser feita em breve)

   A cor sempre teve grande importância na sociedade. É usada para embelezar obras de arte ou pode ser simplesmente apreciada na Natureza: num pôr-do-sol, num arco-íris ou numa floresta verdejante.
   O ser humano sempre deu extrema importância à cor desde os primórdios da sua existência . As pinturas rupestres são exemplo da sua utilização. Desde então, a cor  sempre teve imensa importância ao longo da história, passando pelas mais variadas formas de arte e até mesmo no embelezamento da própria pessoa, com roupas coloridas e maquilhagem.
   Falando apenas nos tempos modernos, a cor é muito usada na publicidade. Usam-se cores com uma tonalidade pouco forte (por vezes apenas o preto e o branco) para mostras o que é mau e depois, cores muito vivas a mostrarem o que é bom: o produto que se pretende vender. Ora, isto tem efeito nas pessoas; ao ver algo com pouca cor, normalmente, não é associado algo de bom. O contrário acontece com cores mais fortes e mais vivas. Este jogo de cores no anúncios publicitários faz-nos querer o produto, aumentando a probabilidade de o comprarmos.
   Com isto conclui-se que a cor é, e sempre foi, de elevada importância na nossa sociedade, desde a pré-história até à actualidade, tanto cultural como artisticamente.

cumprimentos e até breve. :)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Manifestações pelo mundo. Úteis??

   Já lá vai algum tempo desde a minha última actualização deste blog, mas tenho tido coisas que me entretêm mais que escrever. Lol.


   Nestes últimos dias temos visto, pelo mundo inteiro, manifestações onde centenas de milhões de pessoas se manifestam contra as políticas de austeridade e o facto de a banca dominar tudo e mais alguma coisa. O que é facto é que as pessoas só têm o que merecem, sobretudo na União Europeia... Em Portugal, a máfia está instalada na nossa economia. Dívidas que temos que pagar hoje que já vêm do Sócrates, que por sua vez tinha uma dívida que vinha do Barroso que por sua vez tinha uma dívida que vinha do Guterres que por sua vez tinha dívida que vinha do Cavaco, isto até ao PREC onde os comunistas dominaram...
   É assim tão difícil de compreender que são as pessoas que fazem questão de ter esta máfia dos 5 organizada no poder?


Estes foram os resultados nas últimas eleições, e não quero que olhem para a parte dos partidos, mas sim lá para baixo, para os Votantes...


http://www.legislativas2011.mj.pt/legislativas2011/


   Ora tivemos um total de 58.07% de votantes, ou seja, 41.93% de não votantes. se quase 42% da população portuguesa que pode votar não o faz, com que direito há gente a criticar seja lá quem for?? Aposto que a grande maioria que esteve na manifestação dos indignados nem sequer se deu ao trabalho de pôr uma cruzinha (ou não pôr cruzinha) e meter o papel na urna... Estas pessoas não têm direito a refilar por motivo nenhum?
   Eu só me manifesto contra alguma coisa quando a população portuguesa votar em força para meter no poleiro quem realmente merece e quem realmente pode fazer algo por este grande país.
   Gostava de ver uma manifestação mas era para criar uma lei que OBRIGASSE as pessoas a votar. O voto é um dever que não está a ser cumprido, portanto tem que haver ordem nisto. Ou votas, ou pagas multa, e não é barata... Outra coisa era tempo de antena IGUAL para todos os partidos/candidatos que estivessem a concorrer. Isto tanto nas rádios, como nos jornais, na televisão etc... Mas em vês de o incumprimento dessa norma ser pago em multa era com pena judicial para quem o permitiu dentro do órgão de comunicação social... Querem democracia e igualdade? Esta é uma maneira de a ter. Se repararem, a diferença entre o partido que ficou em 5º lugar nas eleições e o que ficou em 6º é abismal. Isto porque estes "outros" partidos não têm direito à igualdade.
(reparei agora que me estou a repetir de outros tópicos. mas é sempre a mesma coisa...)
   

Quando votarem têm direito a abrir a boca, até lá não vale a pena manifestarem-se... Eles riem-se na vossa cara...

terça-feira, 21 de junho de 2011

Eleições Legislativas 2011 - Conclusões a tirar

  Peço desculpa por ter demorado tanto tempo a escrever este post, mas tem uma razão: queria ver o que acontecia depois dos resultados. O que é que o novo PM de Portugal ia fazer em relação a ministros, o que o PS e Sócrates iam fazer, etc...
  Antes de mais achei extremamente engraçado o quão pianinho falou o "Sr. Engenheiro" José Sócrates. Passou de um arrogante teimoso e caquéctico , para um ser afável e extremamente "amoroso" para com os portugueses. Para quem não viu, é disto que estou a falar. Foi a primeira vez que o vi a piar tão baixinho.


José Sócrates a saudar o PSD!!! É a loucura!!!
José Sócrates a assumir a culpa e por algo!!! Que extravagância!!!
Admitiu que cometeu erros!!! Belisquei-me que eu estou a sonhar!!!
Mas espera aí... O PS soube ser em todas as ocasiões um partido solidário? Hmmm. Se calhar ainda tem um réstia de arrogância. Deve estar-lhe no sangue...
"O PS fez nestas eleições uma grande campanha."  Pudera... Gastaram mais dinheiro que sei lá o quê...
Nunca vi este homem a agradecer tanto...
Só digo uma coisa: quem não o conheça que o compre...

   Com isto tudo temos um novo PM mas duvido muito que se vá mudar muita coisa... A "Troika" já disse o que fazer portanto ou vem alguém dizer que não quer o FMI ou venha quem vier vai ter que se aguentar com o que lhe manda. Mas algo que me surpreendeu foram os ministros escolhidos. Há ministros independentes e bastante jovens. Quando ao facto de serem independentes não sei o que achar... Por um lado levam para o governo um espectro muito mais alargado de ideias e soluções, por outro lado, acho que todos os ministros deviam estar sempre em perfeita sintonia e terem ideais semelhantes. O facto de serem jovens é excelente. já se provou que a veteranice não trás muito de positivo ao país, pelo que este "juventude" pode ser a lufada de ar fresco de que precisamos.

  A extinção do Ministério da Cultura é algo que me faz imensa confusão! Ora, a cultura é o que faz as pessoas ganharem conhecimento e novas experiências de vida. Quem vai defender e salvaguardar o belíssimo património cultural existente no nosso país? Quem vai apoiar as novas oportunidades culturais? Assim ficamos com um país de ignorantes! É isso que se quer? Gente burra? É que isso leva a novas ditaduras! É muito bem sabido!

  Quando aos resultados acho, de novo, vergonhoso o nível de abstenção que existiu. Na minha opinião isto tem a ver com outro problema que eu já falei anteriormente: comunicação social manipulada e manipulativa... As pessoas que não votam simplesmente não o fizeram porque estão fartas daquela molhada de corruptos, mentirosos e parasitas. Mas por outro lado não conhecem outra alternativa. Não lhes foi permitido isso. Se a todos os partidos fosse dada igualdade de oportunidades de certeza que o PM e os deputados seriam outros, com outros partidos e outro rumo (certamente melhor) para Portugal! A diferença entre o último dos 5 partidos que conseguiu acento parlamentar para o imediatamente a seguir é bastante grande. E daí para baixo é tudo com 1% e tal ou 0% e tal. Temos que dar a conhecer TODAS as alternativas, Não podemos permitir que aquele montículo de parasitas nos continue a (des)governar. Não quero viver nesta Merda de democracia em que não há igualdade de oportunidades entre os partidos políticos!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Violência. Resolve ou não?

  Oiço muita gente a falar deste último caso do vídeo da miúda de 13  anos a levar porrada. Consequentemente, oiço dizer "era apanha-las cá fora e enche-las tanto de porrada... Voltavam mesmo a fazer de novo...". Será que isto ia resolver o assunto?
  Eu acho que a violência deve ser usada em alguns casos e dependendo da necessidade. No caso dessas meninas era mesmo enche-las de porrada para ver se aprendiam. A cobardia é algo muito vergonhoso...
  A violência pode servir de exemplo para muitas outras pessoas. Temos o exemplo  do Saddam que foi enforcado. Depois de se ver aquilo de certeza que há gente que vai pensar 2 vezes antes de matar mais umas centenas de milhar de pessoas.

  Mas nem tudo são rosas. A violência foi (e é) usada para reter as massas. Temos o exemplo dos regimes de Estaline, Hitler, Mao Tsé-Tung, Kim Jong-il, Francisco Franco, entre outros; regimes ditatoriais que faziam tudo por meio da violência para que não houvesse oposição ou para abater quem se quisesse opor, ou para obter informações, isto pelo meio da tortura física ou psicológica. Isto resolveu alguma coisa? Não, a não ser interesses próprios que acabavam por não servir mais ninguém, bem pelo contrário...

  As guerras servem para alguma coisa? Não me parece. A não ser, mais uma vez, para servir interesses próprios. Ora vejamos: porque raio é que os franceses e americanos, entre outros, estão tão interessados em libertar a Líbia do Kadafi? hmmm. Se calhar porque é um país com bastantes recursos a serem explorados, principalmente petróleo... Não é uma questão de humanidade ou de acabar com ditaduras ou regimes de opressão, mas sim o dinheirinho! Nunca se interessaram nem falaram do assunto e agora é que falam? Viram o povo a começar a revoltar-se e o regime a enfraquecer, foram logo meter o bedelho... Com o Iraque a mesma coisa, Afeganistão a mesma coisa e mais estão para vir... Isto é violência para servir os meus bolsos já cheios e não as vidas das outras pessoas! Isso devem ser considerados efeitos colaterais, ou coisa parecida. Depois é assim que são considerados heróis. O problema que se calhar matar umas quantas pessoas que nada tinham a ver com o assunto. Foram apanhadas, olha. Paciência...

  Mas há a violência de ensino (que é a que eu falei no inicio). Que é dar uma boa cascada quando se faz porcaria da grossa. É dar uma palmada quando um puto faz disparate. É andar ao murro e ao estalo para resolver situações, mas é um para um ou dois para dois. Não é como a miúda que tinha duas a dar-lhe e ai dela que se virasse, tinha lá mais gente à volta... Isso chama-se cobardia. Algo típico de gente com esta "classe", que se acha muito forte e poderoso. É lutar para nos defender e defender os nossos. É lutar por quem amamos e por motivos que defendemos. Não temos é o direito de meter quem não é chamado!

A violência resolve? Resolve, sim, muita coisa. Mas cuidado ao dar-lhe uso. Um dia pode virar-se contra nós.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Legislativas 2011

  Mais um assunto que marca a actualidade, e que assunto...

  Mais uma vez nos deparamos com eleições. Desta vez para eleger quem vai comandar o país com o FMI.
  Mas vejamos uma coisinha. A Trioka já nos deu o pacote de austeridade muito rigoroso (segundo dizem, mais ainda do que o da Grécia) e nós vamos ver que é que vai comandar a gestão desse pacote. Mas o que é que isso interessa nesta altura? Já vamos ter que levar com o dinheirinho todo e com o modo de gerir que a Troika quis. O que interessa quem vai gerir isso? Qualquer um dos candidatos vai ter que fazer a mesma coisa, a não ser que apareça algum que cancele isto tudo e tenho um super-plano alternativo... O que, sinceramente, não me parece.

  Da esquerda à direita eu não vejo campanha nenhuma (quer dizer, vejo campanha à portuguesa). É o Bloco e o Partido Comunista a refilar e refilar e refilar com o PS, o CDS e o PSD, sem nunca apresentar nenhum plano alternativo, é o PS e o PSD a tentarem chegar a um acordo para ver de quem foi a culpa. Quem ganhar este confronto de culpabilização mutua entre o PSD e o PS é quem ganha as eleições, basicamente. E é o CDS a culpar os 2 partidos porque eles é que eram o governo e o maior partido da oposição.
Resumindo: andam a fazer campanha com base em acusações, quando quem tem a culpa disto tudo é este Clube dos 5 que está no Parlamento. Todos eles.

  Nesta campanha eleitoral vemos também uma profunda injustiça em relação os partidos que não têm assento parlamentar. Onde é que está a igualdade de direitos existente na Constituição em que todos os partidos devem ter as mesmas oportunidades em campanha eleitoral? onde está o debate entre, por exemplo o PSD e o Partido Monárquico? Ou entre a CDU e o PNR? Ou entre o PCTP e o PS? Dois a dois na televisão pública e em horário decente em que as pessoas estivessem em casa prontas a ouvir todos os lados! Mas não. Para "resolverem" o assunto fazem um pseudo-debate com os partidos "pequenos" todos ao molho às tantas da noite. Isto por uma de 2 razões: ou as televisões andam controladas pelo poder político que não permite essa tal igualdade de oportunidade de campanha eleitoral ou porque as televisões querem é dinheiro e como ninguém conhece os partidos pequenos, vamos é só mostrar os maiores para termos tempo para as senhoras verem as telenovelas.
Tem que haver igualdade, é isso que a democracia significa!
Respeitem aquilo que os nossos antepassados fizeram no dia 25 de Abril de 1974!

Falando no assunto, os nossos antepassados deram a vida por esta democracia, para que possamos ir às urnas e decidir justamente quem vai liderar a política em Portugal!

Não se esqueçam. A política é o que nos rege enquanto sociedade. Não é algo que possamos deitar fora e ignorar, pois sem ela estaríamos completamente desfalcados sem lado para nos virarmos.
Votem livremente. Não custa nada. mas votem de acordo com o que o país precisa. Como disse num outro post, não sejam fanáticos por um partido, tirem as palas dos olhos e vejam do que o país e os portugueses precisam e votem no mais adequado.

Obrigado e Viva Portugal!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

FMI

   Pois bem, não podia deixar de falar disto...


   O povo anda a dormir desde 25 de Abril de 1974. Desde essa altura que as pessoas estão a marimbar-se para o país. Perderam-se ideais nacionais e quer-se é dinheiro no bolso. As pessoas são egoístas. Quanto mais ricos melhor, os outros que se lixem. A fossa entre ricos e pobres está a alargar a olhos vistos. As empresas multinacionais estão a abandonar Portugal e a despedir pessoas às centenas de cada vez para irem para países onde a mão-de-obra é mais barata... O poder/dinheiro é inversamente proporcional à compaixão, compreensão e solidariedade. Parece que quanto mais pobres somos mais queremos ajudar quem precisa e os ricos estão a caga-se para isso e ainda atacam os pobres para ver se ganham mais. Como já ouvi dizer (não me lembro onde) "se a merda valesse dinheiro, os pobres nem cu tinham".
   A culpa da chegada do FMI a Portugal não é só do Sócrates nem só do Passos-Coelho nem só do Portas nem só do Louçã nem só do Jerónimo de Sousa. A culpa é de quem os pôs na assembleia e de quem nem sequer vai às urnas. Os nossos antepassados viveram numa luta debaixo de uma ditadura para terem direito a votar e agora dão-lhes uma facada nas costas não fazendo nada... Gente sem escrúpulos há em todo o lado e é essa gente sem escrúpulos que concorre aos poleiros políticos porque sabe que a população é estúpida e não vota e basta-lhe meia-dúzia de cães, também eles sem escrúpulos, a irem votar neles.

   Não tenho nada contra o FMI. É uma organização muito importante. Toda a gente comete erros e o FMI pode ajudar em alguns imprevistos. Só há uma coisa que me faz confusão com esta intervenção do fundo em Portugal: a origem do problema. Eu não me importava se estivéssemos pobres e miseráveis a precisar o FMI se o dinheiro tivesse sido devidamente investido. Deve investir-se SOBRETUDO na educação e na saúde. Se estivéssemos pobres por ter havido grandes investimentos nessas áreas eu não me importava porque sabia que no futuro os meus filhos e netos iam ter uma boa vida e que iam pôr este país a trabalhar como uma super-potência mundial. Mas esse dinheiro é gasto em jantares chorudos entre deputados, carros de luxo para o pessoal de São Bento, submarinos inúteis (por estarem a cair de podre), envio de tropas para as guerras dos outros, subsídios de inserção social que não insere ninguém em lado nenhum a não ser estrangeiros em guetos. Estes 2 últimos são os que me fazem mais confusão. Em primeiro lugar, eu tenho um lema que toda a gente acho que aplica: se não te consegues sustentar a ti mesmo, não tentes sustentar os outros. Se não conseguimos arranjar sustento para as pessoas que já temos em Portugal com que lata é que vamos buscar estrangeiros para os sustentar também? É que essas pessoas vêm para os tais guetos (ou, eufemisticamente, bairros sociais), não trabalham, recebem dinheiro do estado e ainda impõem a cultura deles no nosso país. O argumento do Estado é o facto de as populações imigrantes terem mais tendência a reproduzir-te e, portanto, sobem a taxa de natalidade. Tudo bem, mas o processo de aculturação dessas pessoas é difícil para alem do facto de não produzirem a curto prazo (e questiono-me se a longo prazo) e alterarem a cultura portuguesa. Tenho uma ideia, que tal darem o dinheiro que dão aos imigrantes aos portugueses que tenham, por exemplo, mais de 3 filhos? É muito mais provável que essas pessoas continuem a trabalhar e a criar os filhos que futuramente  irão frequentar óptimas escolas públicas com o dinheiro que não vai ser gasto em guerras, luxos ou no bolso dos banqueiros e políticos mas sim na criação de excelentes escolas e formação de óptimos professores. Essas crianças serão medicamente tratadas em hospitais perfeitamente equipados e com os melhores médicos da Europa e do mundo formados nas excelente universidades portuguesas.

   Com isto o FMI não põe cá os pés. 
   É preciso o povo acordar para a vida. 
   Só lembro uma coisa: Portugal é membro do FMI desde 1963, há quase 50 anos. Durante este tempo todo, só recorreu três vezes à ajuda de emergência do Fundo. Em 1977, 1983 e agora em 2011. O que houve em comum nas três situações? Governos socialistas.

  Portugal, abre o olhos e vai às urnas. Não deixes os cagões ir para o poder enxer o cu de dinheiro NOSSO.

Por Portugal, sempre!

domingo, 10 de abril de 2011

Mal-entendidos...

Boas, mais uma vez...

quero rectificar umas coisas em relação ao ultimo post...
Pessoas criticaram o que eu disse dizendo que eu fui hipócrita ao escrever aquilo porque eu julgo muito as pessoas pelas aparências e faço apreciações...
Pois bem, não nego que as faça mas há um motivo para isso, alias, há 2: primeiro que eu digo que um homem que esteja vestido habitualmente de mulher é homossexual porque NORMALMENTE é isso que acontece. E depois eu costumo ser irónico e dizer "ai que lindo que estou" quando vejo pessoas que estejam vestidas fora do comum e que eu não goste. Simplesmente as pessoas não sabem distinguir gosto de discriminação. Eu não discrimino as pessoas que tenham aparência que não me agrade, simplesmente não gosto de ver. Acho que tenho esse direito. Há muita gente que acho feia e no entanto são excelente pessoas.
Cada um é como é. Somos livres de gostar ou não. Só há um motivo que nos pode levar a não gostar de alguém: a sua personalidade. Nunca me ouviram dizer que não me dou com alguém porque esse alguém é esquisito e que não quero ser visto perto de alguém assim. só temos direito a não gostar e a nos afastarmos de alguém quando a maneira de a pessoa ser não nos agrada.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Moda, sob a minha visão.

   Olá,

em primeiro lugar queria pedir desculpa pela demora na criação de um novo tópico. A razão é simples: falta de motivação. Vou tentar não repetir a façanha...

   Neste tópico vou falar da moda e do que a envolve, a começar pela fraqueza do povinho, e não só. Digo isto porque a população não tem ideias próprias. Há necessidade de seguir um modelo padrão criado por alguém que disse que era assim, e pronto... Não falo apenas de roupa, porque há modas para todos os gostos: decoração da casa, estilos de música ou cantores, estilos de vida, expressões utilizadas, modo de andar e, claro, o que vestir, entre muitos outros.

   Há sempre alguém por trás destas situações quer sejam os consultores de moda ou os próprios criadores. Mas, o que é realmente a moda?? Para começar é algo imposto. Regras sobre o que usar e como gerir a nossa vida. Não nos podemos vestir de certas maneiras porque isso não estaria na moda e toda a gente ficaria a olhar-nos de lado ao andarmos na rua. "Aquela pessoa é muito estúpida, olha como é que anda. parece sei lá o quê". Isto já eu ouvi muitas vezes. A moda não é mais do que superficialidade e as pessoas seguem-na para serem bem vistas e aceites na sociedade. Não acreditam? Ora vejamos um exemplo simples: entramos numa instituição bancária e depara-mo-nos com uma figura atrás de um balcão pronto para nos atender, com um sorriso nos lábios, com umas calças de ganga com buracos, uma t-shirt laranja e uns Air Max verdes... "Olhe, desculpe... há alguém aqui para me atender? que técnico tão labrego... bela fatiota... só porque é técnico de computadores já se sente no direito de estar no lugar do empregado do banco...". No entanto esse senhor é tão competente como aquele que veste fato e gravata. O que vestimos não muda quem somos. A mentalidade das pessoas está feita para que as aparências façam com que tiremos conclusões precipitadas acerca de alguém ou alguma coisa. Para além conhecer outra pessoa deve olha-la nos olhos e interagir directamente, o resto não é importante.
   Outra situação que eu não compreendo nesta história é o conforto aplicado à moda. É muito raro vermos algo dentro da moda que seja feito para ser agradável a quem vê e a quem veste ao mesmo tempo. Os saltos altos são o exemplo clássico de algo que para além de ser desconfortável vai para além disso; é algo que é nocivo para a saúde de quem os usa.
   Acima disto tudo há a questão do dinheiro. O preço que se paga por uma peça que corresponde mais ao padrão estabelecido é muito maior do que uma peça "qualquer". Comprar, por exemplo, sapatos novos constantemente porque os anteriores "passaram de moda" é algo bastante comum, bem mais que aquilo se pensa. 

   O facto é que estamos numa época em que o dinheiro não dá para tudo e temos que deixar esses caprichos inúteis de lado para dar valor ao que realmente importa: sermos nós próprios, genuínos e verdadeiros com o que somos e com os nossos princípios. Temos que ser aceites pela sociedade pelo que somos e não pelo que a "máscara" da moda nos dá a hipótese de parecer ser. Estamos cá para o bem e para o mal. O que temos de bem deve ser mostrado e o que temos de mal não deve ser escondido. Afinal, todos temos defeitos e se nos esforçarmos por esconde-los podemos ficar muito mal vistos se um dia não os conseguirmos esconder mais.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Presidenciais 2011

Boa noite,

as presidenciais estão aí à porta é as pessoas perguntam-se em quem vão votar...
Temos varias escolhas, algumas ninguém conhece (Fernando Nobre), candidatos que têm nomes extremamente estranhos (Defensor Moura) e candidatos apoiados por partidos...
   Como é óbvio não vou ser eu a dizer em quem as pessoas devem votar mas faço um apelo:
VOTEM!!!
Não é um direito, mas sim um dever!
Não gostam de nenhum? Vota branco, mas vota!
   Nas últimas eleições quem tem ganho (note-se que com maioria mais que absoluta) é a abstenção. Há dados recentes que apontam para perto dos 60%!!! Depois as pessoas vêm com a sua cara de pau a dizer que não gostam do que se está a passar. VOTASSEM!!!
"ah e tal mas não gostava de ninguém..."
Desculpa esfarrapada...
VOTA BRANCO
É a minha mensagem para quem nenhum dos candidatos tem algum significado...

   Faço um apelo para quem sabe em quem vota: não o façam com palas nos olhos... Digo isto porque as pessoas votam num e num só partido a vida toda... Por muito bom que seja, será que é desse partido ou da sua ideologia que o país precisa? O que quero dizer com isto é: votem consoante a necessidade do país. Olhem em vosso redor. O que está mal? Visto que isto está mal, qual a ideologia política melhor para mudar? É assim que se deve pensar, não é "eu sou de esquerda e portanto só voto em pessoas e partidos de esquerda" ou ao contrário.
   Mente aberta! É do que o povo português precisa.

Façam uma boa escolha mas sobretudo uma escolha de mente aberta e de acordo com o que o país precisa.


Boa noite e Cumprimentos

domingo, 16 de janeiro de 2011

Abertura

Boa noite.

    Este blog foi feito porque eu sou alguém que gosta de escrever e que, de vez em quando, gosta de exprimir o que sente. Ainda não sei bem sobre que vou escrever ou de que forma, mas certamente algo me surgirá.

    Começo por falar um pouco de mim: sou alguém que gosta que se saiba o que penso, embora não o exprima estericamente (como é mais giro e engraçado). Gosto de manter o ambiente que me rodeia calmo, sem gente a gritar ou a entrar em loucura total. Eu próprio sou alguém muito pacífico, tenho uma qualidade (por vezes tornada defeito na cabeça de muita gente e que depois quem sofre sou eu) que é o facto de ter muita, mas mesmo muita dificuldade em chatear-me com alguém. Posso pensar "devia estar furioso" mas acabo por não estar e ser incapaz de ser rude com a pessoa em questão. Isto acontece com os pais, amigos, colegas de turma... Simplesmente, não consigo. Mas fico a "remoer" o assunto por dentro. E é esse remoer que vem para este blog.
   Mas não vêem só as coisas más, não... Há momentos de felicidade na vida de uma pessoa que devem ser partilhados, o que também farei aqui.
   Neste blog farei também uma apreciação pessoal de certos acontecimentos (inter)nacionais e também algumas reflexões sobre certos assuntos. Há poucas pessoas de acordo comigo em relação a assuntos que costumam ser consensuais e dos quais eu não partilho as mesmas ideias; posto isto, é uma maneira de eu aprender alguma coisa, visto que aguardo comentários, bons ou maus. Sou capaz de publicar um poemazito de vez em quando visto que tenho estado virado para essas bandas ultimamente.

Espero trazer notícias brevemente...

cumprimentos ;)